Lá vem mais bomba: nova ministra do TST diz que reforma “foi tímida”

Publicado em 16/12/2019 12:39

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Maria Cristina Peduzzi, eleita para presidir o Tribunal Superior do Trabalho (TST), disse em entrevista ao jornal Folha de São Paulo de hoje (16), que “reforma trabalhista foi tímida e que CLT precisa de mais atualizações”.

Foto por: Giovanna Bembom/TST – 9.dez.2019

A ministra assumirá o cargo em fevereiro de 2020 e já indicou que estudará mais mudanças nas leis trabalhistas.

Conforme a entrevista, a ministra disse que “no mundo todo o comércio abre aos domingos. Vamos acabar qualquer dia desses não distinguindo mais segunda de domingo”, e que se a lei foi editada, deve ser aplicada.

Assim que assumir, uma nova reforma entrará em discussão. O governo tem pretensão de revisar as leis trabalhistas, disse a ministra na entrevista.

Segundo Peduzzi, a CLT precisa de muita atualização, que mudanças são necessárias e frente à revolução tecnológica a reforma feita dois anos atrás foi tímida.

“Precarização pode haver, sem dúvida. Só que nós vivemos hoje a Quarta Revolução Industrial. Convivemos com modos de produção que eram impensáveis à época em que a CLT foi editada”, disse a futura presidente do TST na entrevista à Folha.

Mais do que nunca, vêm mais retrocessos pela frente para a classe trabalhadora. Por isso será essencial muita unidade e luta na defesa dos seus direitos e conquistas que estão sendo arrasados paulatinamente.

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