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Corte na fiscalização e liberação para o desmatamento: Como a gestão Leite impactou as cheias no RS?

Municípios de Estrela e Lageado inundados pelo Rio Taquari: destruição de matas ciliares e avanço urbano desordenado agravaram desastre climático (Foto Maurício Tonetto GOV-RS)

O desastre no Rio Grande do Sul (RS) escandalizou o mundo e todos se perguntam como isso pode ter acontecido em pleno século XXI e com gigantescos avanços tecnológicos. A resposta é simples: uma política de baixa fiscalização, de sucateamento e de liberação de desmatamento.

Ajude aqui – Campanha do Sintaema | SOS Rio Grande do Sul

Desde que assumiu o governo do Rio Grande do Sul, em 2019, Eduardo Leite (PSDB) colocou em prática um projeto de reduziu drasticamente a proteção ambiental, que torna a região afetada muito mais vulnerável para acontecimentos climáticos, como no caso de enchentes.

O que aconteceu no Rio Grande do Sul?

Segundo reportagem do Portal UOL, entre os pontos mais danosos e que afetam o RS foi o aumento de brechas para uso de áreas de preservação, inclusive em margens de rios. A gestão Leite optou pelo ‘liberou geral’ e afrouxou o controle do poder público sobre atividades com alto potencial de degradação.

Vale lembrar que, com o aval de Leite, em 2020, a Assembleia do Rio Grande do Sul aprovou um novo código ambiental que alterou 480 normas ambientais. Mais recentemente, em janeiro deste ano, os deputados aprovaram mais uma lei que permite construção de barragens e outras obras de impacto em áreas protegidas.

Avanço brutal do desmatamento

O mapa do desmatamento revela o resultado de uma política criminosa contra o meio ambiente. Dados da plataforma Mapbiomas mostram que o estado perdeu 1.145 hectares de vegetação (cerca de 1.600 campos de futebol) em 2019, primeiro ano da gestão Leite. Em 2022, ano com o dado mais recente do Mapbiomas, o desmatamento foi de 5.197 hectares (7.200 campos de futebol).

“O resultado dessa política irresponsável é o desespero e perdas de milhões de pessoas no estado do Rio Grande do Sul. Seguimos solidários e atuando para ajudas nossos irmãos e irmãs gaúchos. Nossa luta seguirá para denunciar projetos como o de Eduardo Leite, que destroem o meio ambiente e colocam em risco a vida da população”, destacou a direção do Sintaema.

SOS Rio Grande do Sul

Em solidariedade à população do Rio Grande do Sul, a direção do Sintaema aprovou a realização de uma ampla campanha de solidariedade e de arrecadação de absorventes íntimos para ajudar a população afetada pelas fortes chuvas.

Como você pode ajudar?

Através do PIX, com a chave: SOCORRO-RS@sintaema.com.br

Ou doando absorventes íntimos na sede do Sintaema que fica: Avenida Tiradentes, 1323, São Paulo | SP.

A direção do Sintaema ainda informa que as doações dos trabalhadores e trabalhadoras da base podem ser concentradas nas áreas e o diretor do Sindicato que acompanha a área fará o recolhimento no dia da setorial ou até o final do prazo da campanha.

Temos muita pressa!

A campanha vai até o dia 19 de maio! Lembrando que no dia 18 (sábado) e 19 (domingo), o Sintaema trabalhará em regime de plantão para receber e organizar o envio das doações.

Mais informações:
Secretaria Geral
(011) 3329-2517
secretaria@sintaema.com.br

Participe, juntos somos mais fortes!

*Com informações do Portal UOL