Plano Previdenciário

Publicado em 19/09/2005 00:00

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No dia 13 de setembro a Superintendência de Recursos Humanos e a Sabesprev realizaram uma nova apresentação sobre o novo modelo de plano previdenciário aos sindicatos, desta vez com as intenções da empresa um pouco mais detalhadas na construção do novo plano. A empresa propôs a criação de um grupo de trabalho com as entidades representativas para discutir o regulamento e as regras de elegibilidade do novo plano. O Sintaema manifestou que pode participar deste processo, mas que seria de fundamental importância abrir uma discussão mais apurada sobre o problema do déficit técnico atuarial. Solicitamos também que apresse a confecção de um simulador, para que os participantes possam ter mais esclarecimentos sobre sua suplementação. Os representantes da Sabesp e Sabesprev argumentaram que este assunto é uma decisão da Secretaria da Fazenda, Codec e Conselho de Administração, e que portanto não teriam condições de debatê-los neste fórum. Uma nova reunião foi marcada com os sindicatos para o próximo dia 23, data em que se iniciará o debate sobre regulamentos e regras de elegibilidade. Os Conselheiros eleitos protocolaram carta ao Presidente do Conselho de Administração da Sabesp, Mauro Arce, bem como solicitação de audiência para que o Conselho de Administração reveja a posição adotada quanto ao pagamento do déficit técnico atuarial (50% da empresa, 50% participantes) e crie incentivos para que os participantes possam migrar para o novo plano com mais segurança. Alertamos os participantes para o fato de que mesmo que o Sintaema e os Conselheiros eleitos terem posicionamentos diferentes e contrários a vários pontos propostos pela empresa, entendemos que é necessário reforçar a Fundação, por isso não recomendamos que os participantes retirem as reservas previdenciárias do Plano, pois o atual plano prevê uma série de benefícios, dentre eles pensão por morte e invalidez , que, segundo a Sabesp, serão mantidos no novo plano. Portanto, manter a participação na Fundação também dificultaria tentativas por parte da empresa de possíveis transferências dos planos de saúde para bancos e seguradoras.

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