Dia Nacional de Mobilização e Lutas

Publicado em 17/08/2016 12:42

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Pelo emprego e garantia dos direitos

Centrais, sindicatos e movimentos sociais realizaram uma grande manifestação na Av. Paulista contra as tentativas do governo golpista em querer desmontar a CLT.destaque_sintaema_sp_ato_paulista_16_08_2016

Milhares de manifestantes se reuniram no dia 16 de agosto – Dia Nacional de Mobilização e Lutas em frente ao prédio da FIESP, na Avenida Paulista para erguer suas bandeiras pelo emprego e garantia dos direitos.

Com gritos de “Fora Temer” e uma grande vaia ao Ministro da Saúde, Ricardo Barros, por declarar “que os homens vão menos ao médico porque trabalham mais”, os manifestantes cantaram o Hino Nacional e mostraram que esse
governo não conseguirá calar a voz dos trabalhadores com seu projeto patronal.

Ponte para o infernoimage_materia_sintaema_sp_ato_paulista_16_08_2016_2

A tal “Ponte para o futuro” propagandeada por esse governo golpista está mais para uma ponte para o inferno, tendo Temer como mordomo do diabo. O país está sem rumo, o desemprego cresce, os juros sobem, a constante ameaça
de privatização de estatais, a entrega do pré-sal para estrangeiros e a vontade insana de destruir os direitos dos trabalhadores fazem parte da pauta ultraliberal desse governo ilegítimo.

Trabalhadores podem fazer uma greve geral

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“Um, dois, três, quatro, cinco mil, se mexer em nossos direitos nós paramos o Brasil”. Com este grito de guerra os milhares de manifestantes mostraram que a classe trabalhadora não se curvará a esta agenda conservadora e
privatista do governo golpista, e o dia de hoje foi apenas um “esquenta” das mobilizações que virão em defesa dos direitos trabalhistas.

“ O dia de hoje, além de simbolizar um marco importante da unidade das centrais simboliza também o início de uma jornada da qual a classe trabalhadora precisa ter consciência do seu papel”, disse o presidente da
CTB, Adilson Araújo. “O que está por trás do discurso de modernização do trabalho é exatamente o rancor dos dirigentes da Fiesp e a intenção deles de trazer de volta o tempo da escravidão”, concluiu.

“Este governo que não foi eleito pelo povo não vai tirar os direitos dos trabalhadores, nós vamos preparar uma greve geral se preciso for, os trabalhadores e trabalhadoras desse país não vão aceitar que tirem nossos direitos”, disse Onofre Gonçalves, da CTB.

“É preciso unidade, e a classe trabalhadora lutará por seus direitos e por um projeto de desenvolvimento que não seja esse que tenta destruir a CLT”, disse o presidente do Sintaema,

Rene Vicente.

Juntos na luta!
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